terça-feira, 30 de junho de 2009

Juventude Esclarecida



Juventude Esclarecida.
Uma mulher nos convida a entrar nos seus sonhos e delírios. Nos acordes repentinos da infância, por meio do jogo e brincadeira, um mundo cru se revela, na sua violência e perversão em contradição com a ternura e o amor, nos revelando as ambigüidades das paixões humanas. Este é o mundo desse sonho apaixonado e convulsivo. Onde a pureza, como pétalas de rosas, vai sendo devorada...e...
Direção: Juliana Rangel
Com: Braulio Santana, Izabela Cortizo, Karla Cajaiba e Leonardo Freitas.

domingo, 14 de junho de 2009

FIT




Fit

Ontem (13/06),eu a premiação do festival Ipitanga de Teatro edição 2009.
A surpresa ficou por conta de que os maiores premiados foram com os grupo que viera de fora, como Goiana e Recife.
Mas aplausos para a coragem e determinação de Duzinho Nery, em manter vivo esse festival que encerrou sua 4ª edição. Esperamos que no próximo ano, venha com mais qualidade e grandes melhorias nas instalações do teatro.
Participei do festival com o espetáculo PEDAÇO DE MIM, da Arte Sintonia Companhia de Teatro, onde tivemos duas indicações, atriz (Denise Correia) e trilha sonora (Marcelo Issa).
Aplauso para todos os participantes e que possamos nos reencontrar em 2010, para essa grande celebração do teatro brasileiro.

sábado, 2 de maio de 2009

Augusto Boal


Augusto Boal
Morreu na madrugada desse sábado (02/05/09), o diretor teatral e dramaturgo Augusto Boal, 78 anos.
Boal estava internado no Hospital Samaritano, do Rio de Janeiro. Ele estava internado desde o dia 28 de abril e não resistiu a uma insuficiência respiratória.
Augusto Boal se notabilizou pela participação no Teatro de Arena em São Paulo entre os anos de 1956 e 1970.
Ele foi o fundador do Teatro do Oprimido, uma metodologia tipicamente brasileira onde há uma maior interação entre atores e o público. Tem uma obra escrita expressiva, traduzida em mais de vinte línguas, e suas concepções são estudados nas principais escolas de teatro do mundo.
Fala de Boal,
«O Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo. Todos os seres humanos são atores - porque atuam - e espectadores - porque observam. Somos todos 'espect-atores'.
Augusto Pinto Boal nasceu no Rio de Janeiro em 16 de março de 1931.

domingo, 22 de março de 2009

A Casa da Minha Alma


A Casa da Minha Alma
É um espetáculo que faz bem para a nossa alma, que faz com que pensamos que estamos fazendo quanto artistas. No último dia 18, estive no teatro assistindo a esse espetáculo.
Ele nos surpreende e nos emociona, desfilar com Rita pelas escadarias e cômodos do anexo do XVIII é surpreendente, e nos permite estar muito próximo da artista.
A Casa da Minha Alma permite ao espectador entrar em contato íntimo com o espaço de criação do artista, no seu local sagrado, é como se estivéssemos comunicando com sua alma. E faz nos refletir principalmente com as indagações da artista.
O que estamos buscando no teatro? Quando é que a gente deixa de entrar em cena?
São espetáculos como esse e artistas como Rita Assemany que cada dia mais mim fazem ficar apaixonado por essa arte.

A Casa da Minha Alma - Texto: Aninha Franco. Direção: Márcio Meirelles. Com Rita Assemany. Uma atriz que desistiu de entrar em cena leva um grupo de espectadores para a casa de ensaios. O local esconde labirintos, ribaltas, memórias, espelhos e outros. Theatro XVIII – R. Frei Vicente, 18, Pelourinho (3322-0018). Ingresso: R$ 4 (preço único). Classificação: 12 anos. Quarta e quinta, 19h. Até 2 de abril.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Em fim, fevereiro acabou.

Depois de uma longa maratona onde muita gente foi busca Dalila e afins o mês acaba sem deixar saudade.
Por mais que se tente evitar, mas o ano de fato só começa após o carnaval, então mãos obra e vamos nessa.
Voltamos as nossas atividades normais, ai vem os ensaios, a correria louca das somas de todas as atividades.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Comida dos Astros.


Neste último final de semana, domingo (08/02), fui assistir ao espetáculo Comida dos Astros que está em cartaz no Teatro ISBA até este final de semana.

O elenco muito bem afinado em cena, traz a cena os atores Rony Cácio e Gil Côrtes, que parodiam musicas conhecidas de vários artistas com receitas de comidas.

O espetáculo tem um saque muito interessante no aspecto da transformação das letras das musicas em receitas, mais peca no exagero dos interpretes, quando busca chamar demais a atenção do espectador, roubando a cena do colega. Outro momento que me parece desnecessário é quando os dois descem do palco para interagir com platéia, forçando que esses peçam uma música, o que torna o espetáculo longo e cansativo. Talvez a não interação com o público deixasse ao publico um gostinho de quero mais.

Essas são as minhas impressões sobre o espetáculo.

Leonardo Freitas

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Algumas Palavras...

Algumas Palavras...

No último domingo (01/02), fui assistir dois espetáculos, o primeiro foi Caravana da Ilusão de Alcione Araújo e direção de Osvaldice Conceição na Escola de Teatro da UFBA e Branca na Sala do Coro do TCA.
Com Direção de Luiz Alonso.

Caravana da Ilusão é um texto simples e mítico ao mesmo tempo, que narra a história de uma trupe mambembe de uma mesma família, que depois que perdem o seu guia (neste caso o pai deles) se encontram na difícil missão de ter de continuar a sua jornada, mas as tomadas de decisões são muito complexas para os que sobraram e eles não sabem qual caminho seguir. Aliado a isso surge uma cigana, onde arrebata o coração dos dois irmãos, sendo que um prefere partir para desbravar a cidade grande, que sempre foi o seu sonho, para que seu irmão mais velho possa ficar com ela.
A direção da montagem é de Osvaldice Conceição, que tem boas idéias, mais peca em sua execução final. A utilização da área externa da Escola de Teatro é muito boa, a iluminação poderia ser mais aproveitada pelos atores que na maioria das vezes fazem as cenas fora do foco da luz, o figurino também é muito bonito e bem resolvido.
As interpretações são lineares, exceto o momento em que surgi a Cigana, a sua expressividade nos prende enquanto está em cena. Em alguns momentos fica quase impossível o entendimento das falas de alguns atores e as canções executadas pelo elenco merece uma atenção maior da direção. No entanto, acredito que com a continuidade do espetáculo ele alcance um ritmo bom.


Branca:

Branca é uma adaptação de O Santo Inquérito de Dias Gomes. A única alteração que identifiquei do texto original é a substituição da figura do pai pela mãe, mas é um espetáculo muito bem montado e muito bonito visualmente.
Acredito que o diretor soube conduzir o elenco dentro de sua proposta, uma vez que o espetáculo é muito bem amarrado, coreografado, cheio de partituras que às vezes incomodam um pouco, mas que não chegam a comprometer. O coro funciona muito bem.
A montagem é Luiz Alonso e estava em cartaz na Sala do Coro do TCA.